Page 16 - Boletim numero 261 da APE
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EM FOCO APE
BOLETIM APE | ABR/JUN 2021
   Assembleia Geral Ordinária
Com uma boa presença realizou-se no dia 26 de março a Assembleia Geral Ordinária para apresentação do Relatório e Contas de 2020 e do Orçamento e Plano de Atividades para 2021.
Tal como já aconteceu no ano anterior, a utilização de meios telemá- ticos foi a forma de conseguirmos realizar este evento na data prevista, ou seja, no mês de março e contámos com uma significativa participa- ção de associados efetivos com direito a voto.
Da convocatória faziam também parte as propostas da Direção para atribuição das condições de Associados
de Mérito ao Associado Armando Albino Oliveira Soares (19430203), a título póstumo e ao Rui Manuel Gomes Sacadura Cabral Telo (19480265). A primeira foi aprovada por unanimidade e a segunda por maioria contando apenas com uma abstenção.
Foi também apresentada e aprovada a proposta para atribuição da condição de Associado Honorário ao Sargento Mor Carlos Plácido Baptista que recentemente cessou funções no IPE em consequência da sua promoção a este posto.
A terminar, foi ratificada a proposta de decisão da Comissão Coordenadora do Núcleo dos Pilões da Costa do Sol subme- tida à Assembleia pela Direção.
Palestras APE
A Dívida Pública; Défice Orçamental, Política Monetária e Orçamental Europeia, na recuperação económica de Portugal
Com os nossos renovados agradecimentos ao Professor João Duque* assinalamos a forma excelente como decorreu a palestra da passada segunda-feira dia 12 de abril.
O tema e a qualidade do Orador estiveram seguramente na origem de uma tão significativa participação.
Ao longo de 2 horas e 42 minutos os cerca de 40 partici- pantes tiveram a oportunidade de adquirir conhecimento, colocar questões e de manifestar, no final, o seu apreço pelo tempo em que com a maior das atenções, seguiram tudo o que foi dito e explicado em relação a tão interessante e im- portante tema.
A pronta resposta do Orador, na aceitação do nosso con- vite, a simpatia e disponibilidade, são aspetos que nos apraz registar e agradecer.
Ficou em aberto a disponibilidade para uma próxima ses- são, em desenvolvimento destas matérias e outras de igual nível de importância.
A colaboração do Edgar Mascarenhas Faustino (19530397), amigo do Professor João Duque, também foi ponto de desta- que e que agradecemos, pela forma como interagiu, em nome da Associação dos Pupilos do Exército, no agendamen- to desta sessão.
* João Duque: Licenciou-se em Organização de Gestão de empresas pela Universidade de Lis- boa e doutorou-se em Business Administra- tion pela Universidade de Manchester. É Professor Catedrático e coordenador da área da ciência e finanças do ISEG. Coordena o Mas- ter in Finance e é também coordenador da Pós-Graduação em Análise Financeira. Leciona ainda no MBA do ISEG e na Pós-Graduação na Porto Business School.
É vogal do Conselho Geral e de Supervisão da Caixa Geral de Crédito Agrícola Mútuo, C.R.L., Presidente da Comissão de Remunerações da REN-., Presidente do Conselho Fiscal da Nova Base Capital S.A., e pertence ao comité de Direção do PSI20 Steering Commitee da Euronext Lisboa Lisbon S.A. Presidiu ao Con- selho de Administração da Taguspark S.A., Foi Diretor do gabinete de Estudos da CMVM – Comissão de Valores Mobiliários entre 1993 e 2015. Presidente do ISEG de 2009 a 20214. Escreve semanalmente no jornal Expresso e mantém espaços de comentário semanal, na TSF e SIC-TV.
Debate “Quem tem medo da Lusofonia?”
Dia 14 de maio com início às 20:30, utilizando meios tele- máticos, assistimos a uma aula proferida pelo Orador convi- dado, Professor Renato Epifânio*, Presidente do MIL (Movi- mento Lusófono Internacional), membro, tal como a APE, da PASC casa da Cidadania.
Foi efetivamente uma muito interessante lição sobre o mundo lusófono, a importância da língua portuguesa, espa- lhada pelo mundo e funcionando como língua oficial dos paí- ses de expressão portuguesa.
A importância unificadora da língua nos países que adqui- riram a sua independência, que por opção própria, sem qual- quer tipo de interferência da nação colonizadora, souberam identificar este importante fator favorável ao seu futuro.
As participações no debate após a dissertação também contribuíram de forma notória para as conclusões finais.
As cerca de duas horas que demorou a sessão ainda deixaram em aberto o nosso interesse correspondido pe- la disponibilidade do Professor para um próximo planea- mento.
* Renato Epifânio: Professor Universitário;
Membro do Instituto de Filosofia da Universi-
dade do Porto, da Direção do Instituto de Fi-
losofia Luso-Brasileira, da Sociedade da Lín-
gua Portuguesa e da Associação Agostinho
da Silva; investigador na área da “Filosofia
em Portugal”, com dezenas de estudos publi-
cados. Licenciatura e Mestrado em Filosofia
na Faculdade de Letras da Universidade de
Lisboa; doutorou-se, na mesma Faculdade,
no dia 14 de Dezembro de 2004, com a disser-
tação Fundamentos e Firmamentos do pen-
samento português contemporâneo: uma
perspetiva a partir da visão de José Marinho;
autor das obras Visões de Agostinho da Silva
(2006), Repertório da Bibliografia Filosófica Portuguesa (2007), Perspetivas sobre Agostinho da Silva (2008), Via aberta: de Marinho a Pessoa, da Finis- terra ao Oriente (2009), A Via Lusófona: um novo horizonte para Portugal (2010), Convergência Lusófona (2012/ 2014/ 2016), A Via Lusófona II (2015), A Via Lusófona III (2017) e A Via Lusófona IV (2019). Dirige a NOVA ÁGUIA: Re- vista de Cultura para o Século XXI e a Coleção de livros com o mesmo nome (Zéfiro). Preside ao MIL: Movimento Internacional Lusófono desde a sua formalização jurídica (2010).
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